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terça-feira, 20 de novembro de 2012

Links

Este blog nunca teve a pretensão de se transformar numa bíblia de conhecimento.
 
É mais um registo de algumas conclusões que vou tirando à medida que vou aprendendo algumas coisas. Existem outras fontes que servem o propósito de uma forma bem mais competente.
 
A partir de agora temos uma nova componente no blog, onde mostro quais os sites que considero importantes por um motivo ou por outro.
 
A seu devido tempo, apresentarei cada link e irei referenciar algumas coisas que achei particularmente interessantes.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Wannabe-Jazzer - Mr Super Hip Hop

Vou testar uma nova plataforma para partilhar as minhas gravações.
 
É melhor que a que usava anteriormente porque dá para acrescentar alguns comentários em determinados pontos da música o que é excelente para realçar os pontos altos e baixos de cada gravação.
 
Cá vai um take improvisando sobre a 2ª faixa do Volume 2 do Aebersold, um tema intitulado Mr. Super Hip Hop.
 
T218 - TS - Mr Super Hip Hop by roadtojazz

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Learn the changes and then forget them

Foi Charlie "Bird" Parker que proferiu esta célebre frase que, em jeitos de tradução livre quererá dizer qualquer coisa como; Aprende as mudanças e depois esquece-as.
 
Isto para mim era um simples pensamento engraçado até aparecer um tema onde esta máxima foi posta em prática, ainda que inadvertidamente.
 
Corria o tema Take the A Train. Já tinha dado uma vista de olhos aos acordes e às mudanças e estava alegremente a improvisar quando a determinada altura, apercebo-me que já não estou a prestar atenção aos acordes. Os movimentos do tema eram-me tão naturais que, quando estava a improvisar, não estava a pensar em que nota tinha que cair ou qual o acorde onde estava... era eu, simplesmente a tocar aquele tema.
 
Senti uma liberdade na minha improvisação que até então não tinha sentido. Estava apenas preocupado em fazer sentido no que estava a tocar.
 
A partir deste dia, percebi realmente o que ele queria dizer com isto e resta-me terminar com uma conclusão deveras óbvia: Charlie Bird tinha razão.
 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Wannabe-Jazzer - Fly me to the Moon

Bom, tenho a certeza que já têm saudades de me ouvir :p
 
Segue aqui uma gravação de um tema que nunca tinha tocado. Foi a primeira vez que olhei para ele.
 
Algumas notas:
- Não liguem aos ataques, mando ali umas pranchadas valentes mas é porque ainda estou a habituar-me a uma boquilha metálica muito sensível, ainda não a domei. :p
 
- O tema é fácil, lento e extremamente intuitivo, pelo menos para mim. Não obstante, não posso deixar realçar que o estudo vale realmente a pena. Já começo a notar uma destreza muito grande a identificar as progressões e a conseguir ligar as mudanças de tom. Muito positivo.
 
Espero que gostem.
 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Aplicações Android

Até há muito pouco tempo, eu era daqueles indivíduos que achava que um telemóvel servia apenas para fazer e receber chamadas e como tal, teimava em ter um telefone muito rudimentar que apenas servia para esse efeito.
 
Quando comecei a ver esta moda dos smartphones pensava cá para mim que era apenas mais uma paneleirice. No entanto, passado algum tempo, comecei a pensar se não seria eu a ser um pouco obtuso e a armar-me em esquisito ao negar a utilidade do bicho.
 
Decidi portanto presentear-me com um telefone esperto android. E esta decisão não poderia ter sido melhor. Estou rendido às suas funcionalidades e já sou capaz de debater com qualquer um sobre este novo conceito de telemóvel. Desde ir à internet, à panóplia de aplicações que estes dispositivos apresentam, cedo rendi-me às evidências.
 
Neste momento tenho um telefone que faz e recebe chamadas, vai à internet, tenho uma agenda pessoal, GPS e ainda... wait for it... serve de assistente musical!!
 
É verdade, instalei umas quantas aplicações de música que fazem do meu novo telefone, um espectacular assistente musical.
 
Vamos lá falar das aplicações que instalei então:
 
- Mobile Metronome - Metrónomo
- gStrings - Afinador
- Musical Lite - Teclado
- Audio Speed Changer - uma app que altera a velocidade de uma música sem alterar o tom
- Interval Recognition - treinador de ouvido (identificar intervalos, escalas e acordes)
- Jazz Radio.com - Aplicação que disponibiliza vários radios on-line só com música de Jazz
- iReal b - Todas as aplicações que referi anteriormente são gratuitas. Esta é a única pela qual tive que pagar 8€ para ter mas vale cada cêntimo. É sem dúvida uma aplicação imperdível para quem anda nestas andanças. Muito basicamente, isto é uma aplicação que serve de playalong e tem todos os temas que vocês podem imaginar e ainda mais alguns, cifrados!! A cada tema podemos alterar o tempo, o tom, e inclusivamente o tipo de ritmo que o acompanha. Também podemos compor e alterar os temas que entretanto puxámos para o telefone. BRUTAL!!
 
Em suma, se puderem ter um smartphone e ainda não têm, comprem!! Eu compraria um aparelho só pelas aplicações de música, quanto mais para tudo o resto.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Wannabe-Jazzer - Só Danço Samba

E como não há duas sem três, mais outro tema. Um sambinha para animar a malta... já cheira a carnaval!!

Antes de retomar a aventura a 100%, com direito a lições de teoria e tudo, preciso de fazer uma pausa para me concentrar num trabalho que tenho em mãos. Mas em Março, espero ter tempo para voltar a concentrar-me na teoria e a partilhar esta jornada com vocês.

Enjoy!

 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Wannabe-Jazzer - All of Me

O que está a dar agora é partilhar alguns temas que gravei.

Este foi gravado nos últimos dias de Dezembro.

E quem é que não conhece este...

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Wannabe-Jazzer - The East of the Sun

Não tenho investido muito tempo na teoria. É seguramente algo em que tenho que apostar. No entanto, esta aventura não se compadece apenas de estudo. É preciso tocar!!

Apesar de todas as contrariedades, continuo a tocar, não tanto como desejado mas continuo.

Eis um tema bem calminho que gravei em Outubro.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Os primeiros frutos

Saudações,
 
já lá vai algum tempo desde que escrevi o último post. Mas desengane-se aquele que pensa que esta experiência ficou por aqui.
 
É verdade que não tenho tocado tanto ou dado tanta atenção à teoria como nos primeiros tempos, mas ainda assim, tenho tocado mais do que escrito no blogue e cheguei a uma conclusão bastante interessante.
 
Durante todo este percurso, pela primeira, senti que se ficar algum tempo sem tocar, já existem muitas coisas que estão enraizadas não perdendo o trabalho todo que tenho vindo a desenvolver até então.

É um bom tónico para continuar a trabalhar, mas sem dúvida que tenho que retomar os estudos de teoria e retomar a disciplina que tenho tido até aqui.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Wannabe-Jazzer - In a Sentimental Mood

Hoje decidi partilhar com vocês aquele que até hoje, penso que representa a minha melhor improvisação.

O tema é bem soft, mas na altura, lembro-me de ter ficado muito satisfeito quando ouvi o resultado.

Foi gravado em meados de Abril.

Enjoy!! Ou não...

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Growling

Bom, o título do post é estranho... está em inglês, e penso que a sua tradução à letra é qualquer coisa como rosnar.

Confesso que não conheço o termo em português, se é que existe algum.

Mas o que é isto do growling? Vou definir growling como um efeito que pode ser aplicado numa nota ou numa frase e no qual parece que esta nota/frase é tocada de uma forma muito agressiva, como que a rosnar ou a rasgar o som.

Nada como um exemplo para ilustrar o que estou para aqui a papaguear. Neste vídeo, ao 1 min e 9 seg podemos ver o Eurico a dar um belo exemplo de growling.



Vou expor aqui um método válido para instrumentos de sopro que permite treinar este efeito. Existem vários métodos possíveis no entanto, achei este particularmente bom e eficaz.

- Com o dedo polegar e indicador, fazer uma forma em "o"
- Com o punho fechado, soprar e tentar um gemido sexy ao mesmo tempo
- Quando conseguirmos fazer isto bem, pegar na gaita
- Fazer o mesmo com a boquilha mas sem tentar tocar alguma nota, só soprar e o gemido
- Quando nos sentirmos confortáveis com a técnica, fazer o mesmo tocando uma nota

Fonte: http://forum.saxontheweb.net/showthread.php?149061-Can-you-growl-to-growl

Não se preocupem com o som do gemido porque este não é perceptível, já testei o resultado e funciona.

Não sou especialista em ondas sonoras, mas penso que este efeito é conseguido através do conflito entre a nota que estamos a tocar e a que estamos a cantar. O efeito será tão mais agressivo quanto a distância entre as notas. Isto quer dizer que se tocarmos e cantarmos a mesma nota, aparentemente o efeito não é conseguido. Mas penso que não precisam de se preocupar com isso uma vez que é muito difícil acertar a nota cantada com a tocada.

Para minha alegria, este foi um efeito que aprendi com muita facilidade (ao contrário de outros que se têm mostrado um verdadeiro pesadelo). Aparentemente, segundo alguns testemunhos, para alguns pode ser difícil produzir o efeito no entanto, para quem tiver mais dificuldades, não desespere. Com treino vai lá.

Bons growls!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Wannabe-Jazzer - Once I Loved

Por esta altura, os milhares de seguidores estarão a perguntar-se: Então mas este gajo só manda bitaites?!

Têm razão. Este blog é sobre um tipo que quer ser jazzador e como tal, tem que jazzar, ou pelo menos tentar. (Até rima... isto promete!)

Em jeitos de introdução, devo dizer-vos que o meu objectivo é ser um saxofonista. A minha preferência é claramente o tenor, mas também tenho um alto.

Isto para dizer que no outro dia decidi tirar as teias de aranha ao meu saxofoninho alto que também tem direito a ser soprado. Curiosamente, e à parte de algumas desafinações grosseiras devido ao pouco uso do bichinho, acho que fiz uma das minhas melhores improvisações.

Eis o resultado. Enjoy!! Ou não...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Teclado

Já foi dito que o acesso a um teclado, ou a um piano é uma mais valia muito importante para percebermos a mecânica da coisa.



Ora como é que isto funciona?

Os símbolos '#' e 'b' podem ser chamados de acidentes porque alteram a nota em questão.
Sustenido - '#' sobe a nota em meio tom.
Bemol - 'b' desce a nota em meio tom.

Não tão importante para agora mas também utilizados são:
Duplo Sustenido - 'x' sobe a nota em um tom inteiro
Duplo Bemol - 'bb' desce a nota em um tom inteiro

De uma forma simplista, podemos afirmar que as teclas pretas são as notas acidentadas sendo que, a título de exemplo: a tecla preta que está entre o C e o D pode ser chamada de C# ou Db.

Entre cada tecla, existe um intervalo de meio tom.


Exemplo: de C para C# vai meio tom; de C# para D vai outro meio tom logo, de C para D vai um tom inteiro. (Já devem ter percebido isto no post dos intervalos)

Entre as teclas E e F e as teclas B e C podem reparar que não existe teclas pretas. Isto significa que entre E e F, B e C, o intervalo é originalmente de meio tom, daí não haver necessidade de uma tecla preta entre essas notas.

Para os mais iniciados, desafio-vos a fazer o exercício de colocar todos os nomes possíveis em cada tecla. Para os mais exigentes podem até utilizar os acidentes 'x' e 'bb',
mas nesta fase, não acho muito relevante.

Como ajuda, uma vez que não há tecla preta entre E e F, isto significa que, E# = F e Fb = E.

Divirtam-se!

Inversão de Intervalos

Quando falámos em intervalos vimos como é que se pode classificar um intervalo como por exemplo, de Dó para Fá vai uma 4ª perfeita.

O conceito de inversão de intervalos é simples e consiste no seguinte:
Se de Dó para Fá é uma 4ª perfeita, qual é o intervalo de Fá para Dó?
R: 5ª perfeita

Claro que poderíamos analisar o intervalo per si, a questão é que existem algumas regras que são válidas para todas as inversões e que passo a explicar:

 - A sua soma dá sempre 9 -> Ex: 4 + 5 = 9
 - Os intervalos perfeitos permanecem perfeitos -> Ex: 4ª perfeita passa para 5ª perfeita
 - Os intervalos Maiores passam a menores -> Ex: 3ª Maior passa para 6ª menor
 - Os intervalos menores passam a Maiores -> Ex: 7ª menor passa para 2ª Maior
 - No que respeita ao trítono, a sua classificação mantém-se.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Licks - é bom usar?

Penso que podemos definir um lick como uma frase ou um trecho que foi popularizada por alguém. (Ex Lick do Coltrane)

Para quem ouve muita música, certamente já passou por situações do estilo "eu já ouvi isto em qualquer lado". Isto é perfeitamente normal e agora que tenho ouvido muito jazz tenho-me apercebido desta promiscuidade de uns a usarem os licks dos outros e os outros dos uns. Enfim, uma javardice...

Não fiquem com a ideia de que sou contra o uso deles, muito pelo contrário.

Há pouco tempo li uma história engraçada acerca desta temática: certa vez, um compositor erudito muito conhecido chamado Gustav Mahler Igor Stravinsly foi ver um fenómeno do Jazz do qual tinha ouvido falar. Era nada mais nada menos do que Charlie Parker (Bird). Bird soube que Mahler Stravinsky estava na sala e usou parte de uma das suas sinfonias num dos seus solos. Mahler Stravinsky, ao aperceber-se da situação, ficou eufórico, e terá alegadamente caído da cadeira deixando cair o seu whisky no chão tal foi a sua reacção. (blasfémia)

O mesmo se conseguirá se eu estiver a improvisar o Giant Steps do Coltrane para a pequenada e lá pelo meio, conseguir enfiar a música do Dartacão, de certeza que os levo à loucura.

Quero com isto dizer que, reconheço que o uso moderado de licks é uma ferramenta poderosíssima para obtermos alguma reacção do nosso público alvo, mas também acredito que um bom jazzer não pode ser apenas um rato de licks, tem que empregar a sua própria personalidade nos seus improvisos.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Conhecer bem o tema é fundamental

Esta sentença roça o óbvio, mas parece-me que a minha ambição de excelência está a estorvar um pouco a interiorização desta ideia.

Ora bem, tenho para mim que basta olharmos superficialmente para um tema para percebermos bem o tom e as suas mudanças, para conhecermos as nossas opções, e a partir daí produzir um solo consistente (pelo menos parece-me algo atingível por alguém que já domine todos os aspectos harmónicos da coisa).

O grande problema neste racional é que eu não sou uma dessas pessoas!! E após terminar um solo de um tema, fico sempre frustrado porque acho que o solo poderia ser muito melhor.

Tenho que meter na cabeça que este processo de maturação é longo e penoso, meter-me no meu lugar, e interiorizar que, antes de sequer pensar em produzir um solo aceitável para um tema, tenho que o esmiuçar até à exaustão.

Para um wannabe-jazzer, é necessário conhecer o tema de cor, nomeadamente:
   - Conhecer bem a melodia
   - Conhecer e decorar bem os tons e movimentações do tema
   - Conhecer e decorar os modos que estão associados a cada cifra
   - Conseguir perceber quais as melhores notas que resultam nos modos associados e tocá-los até à exaustão

Penso que se conseguir aplicar este racional a um tema, talvez consiga produzir um solo que seja mais do meu agrado.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Estudo diário (era bom era)

A persistência é muito bonita, mas por vezes não há pachorra para pegar na gaita e chatear-me a mim e aos vizinhos com o que ao final do dia, por melhor que soe, tresanda a barulho.
As sessões de estudo rondam uma hora de duração.

Até aos 35/40 minutos:
   - Exercícios de som (Depende do instrumento. PAra instrumentos de sopro, eventualmente notas longas, treinando dinâmica, vibratto, glissando, etc...)
   - exercícios de escalas
   - Patterns Jerry Coker

Até ao final da sessão:
Um ou dois temas tentanto seguir a abordagem apresentada no Estudo de temas.

Estudo de Temas

Este método foi inspirado a partir do 1º volume do Jamey Aebersold.
É um método muito bom para interiorizar a estrutura de um tema e eu deveria segui-lo mais vezes que o que sigo na realidade.

- Análise do tema. Identificar as cadências e o seu tom original
- Interiorizar o tema. Dar uma volta só com o tema.
- Uma volta com as fundamentais de cada acorde
- Uma volta com as escalas correspondentes
- Uma volta tocando arpeggios
- Uma volta tocando a 3ª e 7ª de cada acorde (esta é tramada mas muito importante porque a 3ª e a 7ª de cada acorde são as notas que melhor caracterizam o acorde e consequentemente conferem maior tensão, expressão e que tornam o solo mais interessante).
- Uma volta para color tones. (Ainda não aplico este exercício no meu estudo porque o conceito ainda não está claro para mim. Basicamente este ponto está relacionado com as opções que as 9ªs, 11ªs e 13ªs de cada acorde abrem tornando o solo ainda mais colorido)
- Improvisar semínimas. Linha de baixo
- Improvisar colcheias
- Improvisar livremente

Estudo de Escalas

Escalas?! Acho que prefiro ir limpar as cabines do wc de um qualquer festival. Porém, quem diz que não são essenciais, ou já sabe muito ou então não percebe nada do assunto.

Penso que houve um grande músico que disse qualquer coisa do género "é preciso aprender as escalas todas muito bem. Depois, podemos esquecê-las..."
Não podia estar mais de acordo. As escalas têm que ficar tão enraízadas em nós como o alfabeto (e este já não o treinamos todos os dias). No entanto, ao chegar a esse ponto, acredito que já não seja necessário treiná-las todos os dias.
Mas para a esmagadora maioria, este ponto ainda está muito longe, portanto, há que "perder" tempo com este massacre.

Existem inumeros exercícios que se podem fazer (e convém ir variando de vez em quando) com escalas no entanto, e por uma questão de optimização do tempo disponível para as minhas sessões, destaco os seguintes:

- Escala na extensão completa do instrumento
- Escala em 3ªs, na extensão completa do instrumento
- Escala Maior em acordes de 7ª, na extensão completa do instrumento
- Escala Pentatónica (1,2,3,5,6) na extensão completa do instrumento
- Escala de Blues Simples (1,b3,4,#4,5,b7) na extensão completa do instrumento
- Escala Flexível, exercício de improvisação com Aebersold Vol 24

Na minha ideia, se pelo menos estes exercícios, estiverem dominados nas 12 escalas a 100 bpms, penso que já temos uma boa base para prosseguir para outro nível no que respeita a esta temática.